terça-feira, 9 de novembro de 2010

ser no mundo...

Carrego comigo o altruísmo e a empatia, esses sentimentos são demasiadamente cristãos. Ok! É realmente por aí... Só agora me dei conta disso com inteligência. Não tenho dúvidas de que fui projetada para ser isso, para fazer o "bem" e para cuidar do outro como a mim mesma.
Isso é fato! lembro das inúmeras vezes que ouvi lá em casa a seguinte expressão: "E se fosse com você? Você iria gostar?"Em mim surtiu o efeito esperado, aprendi a me colocar no lugar das pessoas.

E esse é um exercício que me faz bem. Eu me dou conta de mim experimentando ser o outro. Percebo onde guardo as minhas limitações, os preconceitos, os racismos... eles estão aqui guardados. Mas é nessa reflexão que eu me encontro, na minha maneira de perceber e dar soluções as questões, o nó da ressignificação.

Afinal enxergar o processo é um passo, mas a caminhada se encontra no momento da transformação.

Estou na corrida, a velocidade é que algumas vezes se apresenta como angústia, pela discrepância entre o meu ritmo e o que o mundo me oferece. Mas tudo bem! Essa dinâmica que dá emoção ao cotidiano.

Um comentário:

  1. Saber o nosso ritmo e ter sincronia com os dos outros, além do que o mundo nos oferece. É difícil, mas desafiador. Anima e traz um pouco mais de sentido a quem nós somos.

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