É o meu coração que me leva, sempre me levou. Mas ele me traz de volta sempre que for hora de ser mais "eu" do que "nós". Já não sei o que estou sentindo agora e tenho sempre o amor como referência. Esse amor que é maior que eu. Tenho muito a entender desse amor ainda. Mas sei que o meu coração sabe mais de mim do que eu.
domingo, 28 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Lágrimas e outras dores.
Eu chorei e me senti muito frágil. Eram aquelas pessoas que eu mais amo na vida sendo alvo de alguém que por algum motivo não se importava com nada disso. Pensei em muitas coisas durante 60 minutos. Socialmente o que significava aquilo tudo? Subjetivamente, o que leva alguém a impor ao outro um expressão de si com tanta violência?
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama" [NR]
Lembrei quem eram aquelas pessoas e porque elas eram essenciais para mim. Me ensinaram o melhor deles e me mostraram porque eu poderia criticar o pior deles também. Eu virei gente porque eles foram precisos nas suas referências, porque eles são grandes pessoas e eu entendo que os amo porque acima de tudo os admiro profundamente. E se é que existem "porques", se é que existe alguma explicação... Simplesmente os amo.
Achava que não sabia rezar, mas soube pedir a Deus por eles, para protegê-los. Para que ninguém os fizesse sofrer novamente. Chorei agradecendo por ter me feito mais madura, pra saber chorar sendo forte. Por mostrar o que eu sinto sabendo cuidar de quem precisa. Eu sei que Ele me ouviu e sei que tudo precisa fazer sentido e a gente tem pensado no que precisar aprender nessa experiência dolorosa.
"a vida é mesmo
Coisa muito frágilUma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama" [NR]
terça-feira, 9 de novembro de 2010
ser no mundo...
Carrego comigo o altruísmo e a empatia, esses sentimentos são demasiadamente cristãos. Ok! É realmente por aí... Só agora me dei conta disso com inteligência. Não tenho dúvidas de que fui projetada para ser isso, para fazer o "bem" e para cuidar do outro como a mim mesma.
Isso é fato! lembro das inúmeras vezes que ouvi lá em casa a seguinte expressão: "E se fosse com você? Você iria gostar?"Em mim surtiu o efeito esperado, aprendi a me colocar no lugar das pessoas.
E esse é um exercício que me faz bem. Eu me dou conta de mim experimentando ser o outro. Percebo onde guardo as minhas limitações, os preconceitos, os racismos... eles estão aqui guardados. Mas é nessa reflexão que eu me encontro, na minha maneira de perceber e dar soluções as questões, o nó da ressignificação.
Afinal enxergar o processo é um passo, mas a caminhada se encontra no momento da transformação.
Estou na corrida, a velocidade é que algumas vezes se apresenta como angústia, pela discrepância entre o meu ritmo e o que o mundo me oferece. Mas tudo bem! Essa dinâmica que dá emoção ao cotidiano.
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