terça-feira, 10 de maio de 2011

O relacionamento é uma dança. Um desafio.


Nesse contato contínuo com nosso seleto grupo, vejo o quanto é complexo estar junto e ser harmonioso. O quanto se relacionar com o outro é uma dança e assim cada um se encaixa de uma forma única. Alguns mais desengonçados, outros totalmente desenvoltos, mas todos dentro da mesma festa. Pronto é isso que é gostoso de se ver, como podemos estar cada um curtindo o seu ritmo e ainda assim a nossa festa bombar?

Somos um esquema novo! #fato

Gosto tanto da possibilidade de estar em par, em trio ou na quadrilha inteira. Sem perder o tom. Pisamos no pé do outro algumas vezes, tem hora que um quer passar na frente pra encontrar o par na valsa, um empurra-empurra, mas fala a verdade: “tá gostoso”. O melhor é que eu posso reclamar da falta de molejo, com o par ou com o último da fila, porque sei que no final tudo vira ciranda de novo. Tá na roda.

É nítido que o rei do swing baiano não entende nada de heavy metal, mas ele sabe transformar sepultura em pagodão. Essa é a galera da mistura. Só uma ressalva, não tem Luan Santana aqui, ninguém força a barra, quer dizer até isso aparece de vez em quando... Mas logo avisam que alguém não tirou o chapéu, a notícia se espalha. DR de bastidores e pronto, tudo volta ao normal.

Só sei dançar com vocês, isso é o que o amor faz.

Até que alguém resolve ir pro ballet de Moscou, tempo frio. Todos sente! Aparece uma promoção num site de compras coletivas e fingindo ser uma companhia de sucesso, todos se jogam e transformam o gelo da distância no lugar mais quente do universo: A Bahia. O melhor é sentir que estar junto com vocês é forró pé de serra, é arrocha de mil!

E como diz um dos dançarinos: “Obrigada por me amarem!”